Projeto Filmes Lésbicos – 004

Depois de mais de três meses, finalmente mais um post com o melhor, o pior e o mais ou menos da cinematografía lésbica.

Bound

“Ouvi dizer que temos um clássico hoje!”

Filme: Kyss Mig

Kyss Mig
Gênero: Você-Já-Viu-Isso-Antes; Straight-Meets-Lesbian; Lésbica-Destruindo-Casal-Hetero;

Sinopse by Jac: Dois velhos vão se casar e suas respectivas filhas se encontram para toda a mágica lésbica acontecer.

Opinião: Assisti a Kyss Mig com expectativas altíssimas graças ao terceiro lugar que o filme pegou na super votaçao do After Ellen. Quão bom deveria ser esse filme para estar abaixo apenas de Imagine Me and You e I Can’t Think Straight?

Kyss Mig

Nessas horas que sinto inveja de quem fuma.

E confesso que muitas dessas expectativas foram concretizadas: o filme é bom, há uma história secundária interessante e a narrativa flui naturalmente em 90% do filme. Mas do que eu mais gostei certamente foi a protagonista lésbica, Frida. Ela foge de alguns clichês de lésbica-atormentando-hetero, como:

-Ela possui namorada! Sim! Ela não é uma lésbica predatória perdida no meio do mundo com o único interesse de caçar uma hetero.

-A atriz conseguiu interpretar muito bem uma lésbica apaixonada. Geralmente colocam a lésbica como rebelde, cool, contraventora, auto-confiante e, obviamente, predatória. Já Frida olha para sua paixão com uma cara de abobalhada muito fidedigna.

Kyss Mig - Frida

Claro que eu posso ter tido essa impressão por ela parecer uma caipira do interior catarinense…

Mas também há pontos que me impedem de colocar Kyss Mig como um filme absoluto:

-Um primeiro beijo muito rápido e “do nada”: faltou um pouco mais de tensão sexual e desenvolvimento entre as personagens antes desse momento acontecer;

-Uma mudança de personagem muito, muito brusca: o noivo, que até então parecia um cara legal, foi transformado em um homem que cobra gravidez da mulher e que quase a agride para que não criássemos empatia por ele e comprassemos o romance das protagonistas;

-Um exagero nas caras e bocas da Mia para mostrar quão infeliz ela estava com o noivado.

Kyss Mig - Mia Chatiada

-A falta de conclusão para a história secundária dos velhos que iam se casar. Não que eu me interesse, claro, mas esse é o tipo de detalhe que deixa o filme mais redondinho e fechado.

Final: Quase caiu no clichezão da cena de aeroporto, mas escapou por pouco terminando em uma cena muito, muito, muito fofa!

Nota do Filme: 9
Nota do Romance Lésbico: 8
Nota da Lezploitation: 7

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Filme: Bound – Ligadas Pelo Desejo

Bound

Gênero: Antigo; Até-Que-A-História-Não-É-Clichê; Até-Que-O-Filme-É-Bom; Lésbicas-e-Crimes;

Sinopse by Jac: Sapatão from hell se envolve com a mulher de um mafioso.

Opinião: Fui assistir a esse filme com minha namorada traumatizadíssima por Elena Undone. Busquei um filme que fosse comédia, mas optei por Bound pois sabia que seria cômico. Imagina se não daria para rir de um filme lésbico feito em 1996?

Bound

E realmente o filme começou hilário. Corky é o esteriótipo mais grosseiro que se pode fazer de uma lésbica. Tatuagem de labris? REALLY? Tudo bem que o filme é da década de 90, época em que labris e pochetes representavam alguma coisa na comunidade lésbica, mas precisava fazer a personagem tão clichê que é totalmente irreal? E não basta a aparência. Ela precisa ser uma encanadora (!), ex-presidiária (!), frequentar bares lésbicos decadentes e beber cerveja no gargalo (okay, esse último hábito realmente é frequente entre lésbicas).

Bound - Gina Gershon

Palmas para Gina Gersão que conseguiu interpretar uma lésbica esteriotipada tão bem, mesmo sendo tão feminina.

E para tornar o início do filme ainda melhor, decidiram que iam contar como Corky conheceu a Violet desde o início. Pena que aparentemente não tinham tempo para desenvolver o relacionamento delas. O resultado é que elas já foram pra cama em menos de 13 minutos do filme! Cadê o flerte? Parece que os roteiristas em uma reunião falaram assim:

“Pessoal, não temos tempo para a apresentação das protagonistas, vamos cortar aqui e ali e vamos fazer a Violet pular no colo da Corky o mais rápido possível. Não, não vamos começar o filme com as duas já juntas e com uma breve cena inteligente para mostrar como é o relacionamento delas. Vamos fazer tudo do zero e bem rápido.”

Bound

Depois a new-lesbian não sabe porque a hetero boazuda não se joga nos braços dela igual no filme e fica choramingando pelos cantos.

Mas para minha grande surpresa, praticamente jogam o romance no lixo e o roteiro se foca no plano das protagonistas para fugir do mafioso. E isso deixa o filme interessantíssimo, acreditem.

E, como uma última surpresa, descubro nos créditos que o filme foi feito pelos irmãos Wachowski! OMG! Isso era uma prévia da sapatonice da Lana (que na época de Bound ainda se identificava como homem, se não me engano)! Sem contar que isso explica porque o romance do filme é uma porcaria, já que qualquer cena de romance na trilogia Matrix me dava ataques de epilepsia.

Final: Nenhuma novidade, mas preciso comentar que adorei a cena final com o seguinte diálogo:

Bound

Esse diálogo faz uma referência a outro que elas tiveram no meio do filme em que Corky basicamente jogou na cara de Violet que ela era hetero. E eu ameeeei o fato de Violet já se considerar lésbica antes de Corky surgir. Esse fato é fundamental para eu não classificar o filme no gênero lésbico mais clichê: Straight-Meets-Lesbian.

Nota do Filme: 8
Nota do Romance Lésbico: 2
Nota da Lezploitation: 3

ps. Estou louca para ver Gina Gershon em Showgirls agora!
ps2. Aprendi a amar a voz feia da Jennifer Tily.

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Filme: A Perfect Ending

A Perfect Ending

Gênero: Prostituição-feat-lesbianidade; Você-Só-Assiste-Por-Ser-Lésbico;

Sinopse by Jac: Uma senhora casada descobre que está morrendo e decide contratar uma garota de programa para ter seu primeiro orgasmo.

Opinião: Esse é um filme da Nicole Conn. O que eu mais eu precisaria dizer?

Tá, okay. Geralmente filmes da Nicole Conn são adorados por uma grande parcela da população lésbica – a parcela que não se preocupa se o filme é bom ou não. Os filmes dela são de uma direção, edição e roteiro sofríveis – e olha que para EU perceber isso a coisa tem que ser feia. E A Perfect Ending representa apenas uma leve melhora na qualidade da filmografia de Conn.

Para começar a diretora aprendeu alguns truques de corte de câmera e decidiu que queria mostrar para o mundo. Então no começo já vemos uma tentativa até que boa de introduzir as histórias de Rebecca e Paris. Mas no trecho específico em que Rebecca está conversando com a amiga loira, Nicole Conn (que fez a edição também) cortou tanto entre um rosto e outro que quase me deu dor de cabeça.

"Okay, Nicole, nós já vimos que você aprendeu a cortar."

“Okay, Nicole, nós já vimos que você aprendeu a cortar.”

Como se não bastasse todas as incríveis habilidades cinematográfica da senhora Conn, o filme ainda é óbvio e cafona. Existe um plano que mostra como Paris é uma pessoa machucada sentimentalmente – ela fica lá com cara de coitada encolhida no nada. Só para garantir que todo mundo perceba que ela está ferida. E essa dimensão é de um branco tão agressivo ao olhos que se durasse um pouco mais eu diminuiria o brilho do meu monitor. E temos música clássica nas cenas de sexo. Oh yeah, música clássica. You know, para deixar bem claro que não se trata de sexo e, sim, de uma quase elevação espiritual através do corpo.

Para fechar a lista de reclamações, a Jessica Clark, que uma fofa fazendo vlog no After Ellen, não tem mais do que duas ou três expressões durante o filme. E toda vez que eu via o cabelo dela me dava uma agonia…

A Perfect Ending

Será que a Nicole Conn também foi a hairstylist do filme?

Mas calma, não joguem pedras em mim ainda! Picuinhas a parte, há três coisas que eu gostei.

-Rebecca age totalmente constrangida no começo com Paris. Eu li gente reclamando sobre isso, mas really, se eu tivesse contratado uma garota de programa eu também morreria de vergonha e constrangimento.

-A comédia de erros até que foi engraçadinha!

-Prostituta lésbica. Quem me conhece de outros carnavais, sabe do meu fraco por esse tema.

Final: Eu gostei que já avisam no começo que Rebecca vai morrer, assim não somos pegas de surpresa. Mas o que me deixou muito curiosa foi o olhar que Paris trocou com a filha de Rebecca.

A Perfect Ending

Sempre fico na dúvida se são as personagens que estão se comendo com os olhos ou as atrizes que deixam transparecer.

A cena me lembrou muitíssimo da cena final de Fale Com Ela, só faltou os nomes escritos na tela. Mas aí eu lembro que o filme é da Nicole Conn e que uma referência a Almodóvar seria pouco provável. De qualquer forma, gosto de pensar que Paris se envolveu com a filha da ex dela – um final bem inusitado em filmes lésbicos.

ps. Aquela pintura que a Paris fez da Rebecca é o horror retratado em tinta.

A Perfect Ending

Deve ter sido pintado pela Nicole Conn.

Nota do Filme: 6
Nota do Romance Lésbico: 4
Nota da Lezploitation: 5

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Filme: Breaking The Girls

Breaking The Girls

Gênero: Lésbica-Psicótica-Atormentando-Hetero-Ingênua; Até-Que-A-História-Não-É-Clichê; Lésbicas-e-Crimes;

Sinopse by Jac: Lésbica psicótica conhece hetero ingênua e fica a atormentando para fazerem assassinatos cruzados.

Opinião: Eu tenho um péssimo hábito de toda santa vez dar uma “conferida” em filme lésbico recém-baixado para ver as cenas de pegação conferir a qualidade do vídeo. Nunca me arrependi tanto. A cada cena jogada que eu via, eu queria entender mais e mais da história, até que eu consegui entender tudo com uns 5 minutos assistidos.

Momentinho romance lésbico de adolescentes.

Momentinho romance lésbico de adolescentes.

Isso acabou com minha experiência de ver o filme certinho, minuto a minuto. E o filme é todo suspense. Então não sei se eu deduziria a história no meio do caminho, ou seria completamente pega de surpresa. O que eu posso acrescentar, é que a história de assassinatos cruzados (“eu mato seu inimigo e você mata o meu”) é um clichê, mas é um clichê relativamente pouco usado, então sempre vale a pena assistir.

Quanto ao lado lésbico do filme, as cenas de pegação são boas, mas também tive que aguentar aquela situação horrível de Lésbica-Psicótica-Atormentando-Hetero-Ingênua. Sempre fico agoniada, constrangida, com pena… E eu realmente não entendo porque precisam fazer a lésbica psicótica a pessoa mais feia da cidade! Olheiras, jeito esquisitão, olhar psicótico até que são justificavéis – ajudam a compor a personagem como psicótica. Mas e esse cabelo?

Breaking The Girl

Injustificável!

Final: Aqui sim quero discutir alguns pontos. O primeiro é: o filme era para ser mais um em que a lésbica se ferrava enquanto a hetero sai de boa da situação. Mas esse filme foi dirigido por Jamie Babbit, uma diretora lésbica. E ela teve a idéia mais brilhante para anular as criticas que iriam chover vindas da comunidade lésbica – em apenas uma cena com algumas frases.

Enquanto Nina penteia o cabelo da sua irmã, ela informa que nunca mais quer ver pênis na vida e que o que a ajudava a suportar sexo com David era imaginar ela e Alex fazendo sexo. Ou seja, Nina é lésbica e ainda tinha sentimentos bons para com Alex, que foi uma vítima das circunstâncias e não das duas irmãs. Assim nós não temos um final que condena a lésbica: nós temos outra lésbica que no final conseguiu seu objetivo e sua felicidade (e que é a mais bonita do filme). Deal wit it, lesbian haters!

Breaking The Girls

O segundo ponto é o fato de Alex ter sido punida. Eu adorei descobrir que ela e Nina estavam juntas e eu bem que gostaria que o roteiro desse um jeito de resgatar Alex da condenação. Afinal, ela não é vilã! Ela não fez mal a ninguém (só pro vilão e pruma figurante chatinha, mas isso não conta)! Meu final ideal seria Alex e Nina juntas. Ou, pelo menos, com mais cenas de pegação.

Nota do Filme: 8
Nota do Romance Lésbico: 4
Nota da Lezploitation: 8

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Download: Fuén! Infelizmente o Cine Lésbica foi tirado do ar pelo WordPress e eu não sei o que vou fazer a respeito ainda. Por um lado não quero deixar todo o esforço ir por água abaixo e meu projeto de resenhar todos os filmes lésbicos do universo também vai ser prejudicado e, por outro lado, estou cansada do Cine.

Anyway, quero avisar também que pelo menos até 20/05 o blog vai continuar nesse ritmo quase-parando. Depois dessa data, quero me dedicar às coisas que eu amo: filmes lésbicos, assuntos lésbico, livros lésbicos, séries lésbicas, blogs lésbicos e Lego Senhor dos Anéis. (Obviamente tem minha namorada também, mas ela não entra na categoria “coisas”, néam?)

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35 respostas para Projeto Filmes Lésbicos – 004

  1. Isabel* disse:

    Como sempre o post tá do jeito que eu gosto. Bem humorado e bem descritivo.

    Desses filmes confesso que só assisti Kyss Mig e você identificou o porquê do filme ser tão bacana. Eu não tinha percebido esses pontos que você descreveu no post, mas é exatamente isso que eu sinto também.

    Tô curiosa pra assistir esse ‘Bound’. Verei se acho tempo pra isso.

  2. Luh Unicorn Tiangle disse:

    EEEEEBBBAAAAA!!! finalmente um post Newww!!!! cara assisti chloe por que vi akie (amei odiando o final) e assisi uns outros por que vi aki tbm… Jac poem uns flimes Les made in Brazil novos…assisti uns legais mas n sei o nome (download #Fail)…

    • Jac disse:

      Não lembrar o nome dificulta minha vida, néam? Eu tenho o DVD original de Como Esquecer (Ana Paula Arósio <3) e quero resenhar junto com os extras do DVD, buuut, minha coleção de DVDs está toda encaixotada =(

  3. Gabriela disse:

    Lembrou de reservar um tempo pra namorada, muito bem (Y)

  4. Noe disse:

    Eu ja tinha visto Bound e de fato a voz dela eh mto chatinha!!

    Jac mto boas as resenhas! Hahaha! Sempre me divirto pakas!
    Se descobrir outro lugar pra baixar filmes lesbicos me avisa! 🙂

  5. Negrariana disse:

    Discordo das notas do Breaking The Girls, mas adoro suas resenhas! As legendas das fotos são muito boas: “Claro que eu posso ter tido essa impressão por ela parecer uma caipira do interior catarinense…” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    • Jac disse:

      Discorda do quê? Qual a sua opinião? Pode fomentar a discussão, não tem problema não! ahahahaha

      • Negrariana disse:

        Nota da lezploitation e nota do filme eu daria 9, já o romance lésbico eu daria 6, como não é romance, amei a pouca (mas boa!) pegação

      • Negrariana disse:

        Tem uns filmes que eu gostaria de deixar como SUGESTÃO pra você resenhar e já explico o porque: Pariah – Pq lembro de um comentário seu sobre a falta de protagonistas negras. Clube de Garotas tbem tem protagonista negra, mas o filme é uma bosta;
        DEBS – comédia com super heroínas, gênero em falta quando o assunto é filme lésbico;
        Saving Face (comédia romântica) e As Filhas do Botânico (drama) – aqui fala mais alto minha queda por orientais;
        Fogo e Desejo e The Journey – são indianos e não bollywodianos.
        Vera e Páginas de Menina (curta) – são brasileiros e também estão em falta quando o assunto são filmes lésbicos.

        • Mirella disse:

          Cara eu achei D.E.B.S muito xoxo mas a Jordana Brewster ( Lucy Diamond ) e muito gostosa!!!! (P.S desculpe os erros de ortografia digitar no tablet e horrivel).

  6. Gabriela disse:

    Acabei de ver o Kyss Mig e gostei bastante (Y). Recomendado. Não tem uma melação desgraçada e até rola toques de realismo. E eu curti a vibe da loira catarinense… mas torci pra ela ficar com a namorada dela e torci pra que a loira se convencesse que a casada era uma barca furada e voltasse pra namo com o rabo entre as pernas. hahaha

  7. Miguel disse:

    Não gostei do último parágrafo, estou inconsolável.
    Quer dizer que está planejando nos abandonar?
    Eu me sentia satisfeito em ser o único leitor homem desse blog.

    • Jac disse:

      Não vou abandonar o flexões ahahahha E acho que temos uns dois ou três leitores homens por aqui ahahhaha

  8. Ana Caroline disse:

    Desses eu só assisti Bound, que me lembra que um dia desses eu vi uma moça com essa tatuagem de labris no braço, exatamente como a da personagem do filme. Achei muito interessante por ser a primeira mulher no universo que vejo pessoalmente com essa tatuagem, e também por ela ao menos parecer ser bem nova, algo em torno de 20 anos, não tendo, portanto, a “desculpa” dos anos 90 pra ter a tatuagem.

  9. carolina disse:

    kill for me >>> breaking the girls

  10. Thais disse:

    Depois que li sua excelente resenha sobre Kiss Mig, procurei nos meus antigos arquivos o filme para assistir novamente, já que não lembrava o porque que eu não tinha gostado dele. Daí assisti o filme ontem e ainda continuo sem saber porque a 1 ano atrás, quando o vi pela primeira vez, eu não tinha gostado. Talvez eu não tenha prestado atenção direito e fiquei com um conceito negativo sobre drama lésbico sueco, por causa de “Fucking Amal”… Kiss Mig é muito superior, não apenas no drama e romance, mas pela leveza do filme.
    Em primeiro lugar, este filme é bem filmado: as cores, ângulos e a proximidade dos personagens diz muito mais do que o diálogo. Em segundo lugar, as emoções retratadas pelas duas atrizes, realmente arrasta você para o enredo do filme. Mas concordo com o que você disse a respeito do primeiro beijo. Antes a Mia parecia ter mais medo do que desejo de beijar a Frida. E em terceiro lugar, algumas das cenas têm uma profundidade emocional que foi muito bonito. Enfim, não é um romance de Hollywood, mas tem um olhar honesto sobre as virtudes e consequências que acontecem quando você conhece alguém e tirar o fôlego.
    *Continue fazendo mais resenhas de filmes, adoro suas críticas =)

    • Jac disse:

      A Mia passa 90% do começo do filme com cara de medo (para não dizer outra coisa). Aí fui rever umas cenas por esses dias e vi ela sorrindo e não gostei muito dos dentes dela, não.

  11. Adoro post novo!!
    Kyss Mig é um dos meus filmes lésbicos preferidos.. adoro a Frida… o sorriso.. o estilo dela… ADORO!

    Dos outros que vc falou eu só assisti a Perfect Ending e por mais que a Paris seja linda o jeito dela falar muito devagar me irrita…

    Dê uma passada no meu blog.. tenho uma lista de links bem legais e em vários deles tem filmes disponíveis para download…
    http://bloglesbicodaisa.blogspot.com.br/

    Espero posts mais frequentes!!!
    Beijo!

  12. Kah disse:

    Olá Jac! Tenho acompanhado seu blog no último mês, mas só agr tomei vergonha pra comentar. xD
    Enfim, não serei a primeira a dizer que adoro seus posts. Me divirto horrores aqui! haha
    Seu humor (por vezes ácido) é excelente!

    Ahh… tratando-se dos filmes assisti Kyss Mig e A Perfect Ending, pretendo ver os outros em breve.

    E concordo deverás com vc à respeito do final d Kyss Mig. It’s so, so, so, so cute! *.*
    Como boa perturbada mental que sou, voltei o final várias vezes só pra rever a troca de olhares das duas. Que lindo. haha

    E achei seu comentário sobre A Perfect Ending excelente… tdo bem sofrível msm.
    Mas gostaria de fazer uma pequena observação pessoal, eu achei a voz da Jessica Clark, no filme, tão sexy! Rsrs Não sei se só eu notei ou achei isso… Enfim…

    Fico aguardando o próximo post.
    Beeijos! ^^

  13. niv disse:

    cadê cinelésbica? Tem solução Jac?

  14. Lucila disse:

    Muito bom o post; fazia um tempo que não entrava aqui no Flexões… chorei de rir (e não é hipérbole) quando li sobre o filme “A Perfect Ending”, especialmente sobre o retrato hahahaha… o pior é que o ataque de riso foi no trabalho, e a sorte é que só eu estava na sala.
    Quando assisti esse filme,tive a mesma impressão, até comentei com a minha esposa – “Nossa que horroroso!” rs
    Abraços.

    • Lucila disse:

      Obs: eu coloquei retrato mas é uma pintura… se bem que está mais para uma foto modificada no photoshop, com aquela ferramenta “filtro artístico” – A Nicole Conn tbm aprendeu a usar photoshop rsrsrs.

      • Tina disse:

        Gente, a menina aqui do blog que escreveu sobre A Perfect Ending leu meus pensamentos!

        ”Aquele fundo branco de doer os olhos e ela retorcida para aparentar o coitadismo”

        MORRI OITENTA VEZES pois quando vi pensei o mesmo

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  15. Alice disse:

    Li os quatro posts sobre filmes lésbicos e constatei que já assisti à maioria deles. Devo ter mais de 40 filmes da temática, e são mesmo pouquíssimos aqueles realmente bons. Kyss Mig eu AMEI e entrou para o meu top five, junto com Bound, When Night Is Falling, Saving Face e Imagine Me And You.

    Bound tem a vantagem de ter um sub-enredo de suspense muito bom, e só de as lésbicas não morrerem no final já é motivo de grande alegria.

    A Perfect Ending foi um dos piores que já vi: aquele loop de cenas com os temas “puta-que-sofre-pela-morte-do-noivo” e “casada-que-quer-dar-pra-puta-e-não-tem-coragem” cansa já na metade (fora a canastrice da Paris com aquela voz arrastada de quem aprendeu a falar ontem).

    Baixei o And Then Came Lola e não vejo a hora de assistir – sinto falta de filmes lésbicos mais leves. É sempre tanto drama, sofrimento e morte que a gente precisa de um filme com uma pegada mais cômica de vez em quando.

    Espero que você continue com a série, as resenhas estão ótimas.

  16. Fernanda disse:

    oi jac, otimo post como sempre, já assistir kyss mig é um dos meus filmes favoritos, e olha que já vi quase todos os filmes lés que tem atualmente, são realmente poucos que ser salvam do final dramastico, mas efim… dos filmes legais, que até tem uma comedia, recomendo mesmo saving Face(livrando a cara) por ter uma historia bem legalzinha que não é cliche, com destaque para à mãe da principal com suas enrolacões. Outro filme que acho bacana e até besta, é Debs que já foi citado, ele é muito bom e engracado, além de ter aumentado meu amor pela atriz que faz a Mia em velozes e furiosos e que tbm fez outro filme chamando anapolis, filmes que vale a pena conferir, fica a dica
    ;-]

  17. Tainá disse:

    Desses filmes o único que já assisti é kissin mig e amo de paixão esse filmes, tenho 17 anos e é td novo pra mim, mas eu estou completamente apaixonada por esse universo e quem quiser falar comigo, me chama no chat do Facebook é “Tainá Dias”! Bjs

  18. Juliana disse:

    A Perfect Ending realmente peca MUITO na edição e no roteiro. Tem um corte na cena do primeiro beijo que é imperdoável! Mas a sensualidade e a voz rouca da Jessica Clark fazem o filme valer a pena e, mais, ser revisto diversas vezes… Até nem a considero tão boa atriz, mas as cenas de sexo convencem bem mais do que a maioria dos filmes que existem por aí (à exceção de kyss mig, que é muito, muito bom!). E ela é linda demais! Você conhece outros filmes com ela? Além de Sara e uma participação em True Blood, não achei mais nada!
    Gostei do seu blog e do seu senso de humor… espero novos posts! Beijo.

  19. Cássia disse:

    Finalmente alguém falou o que penso sobre A Perfect Ending!
    E a pintura que a Paris fez da Rebecca, mon dieu, o que foi aquilo!!!
    Cortes, falta de expressão mas ………tbém teve pontos bacanas…alguns, por ex, a Jessica Clark (com ou sem expressão!)

    Kyss Mig … ai Frida! Ela tem um charme todo dela, aliás, ela fala com o olhar! (Ok frase clichê rs)

    Ps:Imagine Me and You e I Can’t Think Straight… nem comento sobre esses porque me empolgo!rs

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