Projeto Filmes Lésbicos – 005

Enquanto Blue Is the Warmest Colour não sai, vamos falar sobre o melhor filme sobre disputa profissional entre duas dançarinas envolvendo um pouco mais do que subtexto lésbico.

Black Swan

Filme: The Guest House

The Guest House
Gênero: Garotas-Descobrindo-O-Amor-Juntas; Você-Só-Assiste-Por-Ser-Lésbico; Você-Já-Viu-Isso-Antes;

Sinopse by Jac: Fatos irrelevantes levam duas mulheres a se conhecerem. O resto vocês já sabem.

Opinião: The Guest House é aquele típico filme de baixo orçamento. Roteiro pobre, locações mais pobres ainda, atrizes escolhidas sabe-se-lá-como…
Começando pelo roteiro, achei incrível que conseguiram fazer um filme de 1h30min com uma história tão simples. Para isso, é claro, eles se perdem em minutos e minutos de conversa para mostrar quão sofredora e sentimental é Rachel, que perdeu sua mãe vítima de câncer. Ela até toca piano – recurso obrigatório em filme de baixo orçamento!

The Guest House

Eu ri tanto, mas tanto com esse concerto de piano! – Ah, sim, na imagem ela parece estar sovando um pão, mas está tocando piano.

Em compensação, sobrou tempo não só para diálogos Maria do Bairro, mas para diálogos de construção de relacionamento. Sabe esses nhenhenhes que lésbicas têm com heteros? Exatamente esses. Isso cria uma tensão sexual que vai aumentando sua expectativa para a hora em que realmente acontece algo entre elas.

The Guest House

Essa cena com elas dançando me arrancou até um olhar de simpatia.

(E alguém pelo amor de deols tem a música que toca nessa cena?)

Com relação às atrizes, Madeline Merrit é incrivelmente linda para o cachê que deve ter cobrado. Já Ruth Reynolds hora eu acho muito bonita, hora muito feia – tudo depende do ângulo do rosto dela. Também não ajuda ela se vestir igual a uma criança-adolescente querendo se afirmar como roqueira, né? Em um comentário no Cine Lésbica, uma visitante disse que elas pareciam ser atrizes pornôs – eu ri, concordei, mas não chegaria a expressar tamanha maldade.

Final: Nenhuma novidade, claro. Apesar que eu fiquei meio surpresa quando soube que a Amy tinha ido para a cama com o pai da Rachel. Sabe quando o roteiro é tão sem-sal que você até esquece que tem que ter um clímax, um ponto de conflito?

Nota do Filme: 6
Nota do Romance Lésbico: 5
Nota da Lezploitation: 6

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Filme: Kill For Me

Kill For Me

Gênero: Lésbica-Psicótica-Atormentando-Hetero-Ingênua; Lésbicas-e-Crimes;

Sinopse by Jac: A mesma de Breaking the Girls: Lésbica psicótica conhece hetero ingênua e fica a atormentando para fazerem assassinatos cruzados.

Opinião: Adiantei esse filme na minha lista para assistir porque algumas leitoras comentaram sobre ele na minha review de Breaking the Girls. Talvez minhas expectativas estivessem altas, mas elas não foram nem de perto cumpridas.

Começamos o filme naquele clichezão: uma garota nova se muda para a casa compartilhada por duas/três amigas. É clichê, mas eu adoro esse artifício porque eu sei que agora é a hora de desenvolver a história e eu não preciso mais esperar.

Kill For Me

Até esse momento eu não sabia quem seria a lésbica do filme.

Eu falei desenvolver a história? Just kidding. Quando um filme tem uma lésbica eu estou muito mais interessada no desenvolvimento do relacionamento dela com a outra mulher. E esse filme me dá praticamente zero de desenvolvimento de relacionamento. As duas se conhecem, pegam-se no banheiro, matam uma pessoa juntas e a enterram sem praticamente conversar. Que aflição!

Kill For Me

Vocês precisam conversar mais! Falem sobre os sentimentos de vocês uma com a outra, sobre toda essa história de assassinato, sobre os planos para o futuro…

Okay, eu entendo que a falta de conversa é para manter o suspense sobre a personalidade delas. Mas não deixa de ser ruim.

E falando em ruim, o que foi aquele beijo delas? Temos de volta a cena clichê de alguém com o rosto lindo maravilhoso ferido e outra pessoa limpando delicadamente de muito, muito perto.

Kill For Me

Sério, você consegue se limpar sozinha.

Mas qualquer coisa é válida para termos um beijo lésbico, néam?

Kill For Me

Colocando essa foto só para comentar como eu achei a loira sexy-de-uma-maneira-sapatônica – e como a morena estava tão perto da loira que ficou totalmente complicado passar uma gaze na cara da outra por isso o braço ficou desse jeito parecendo um tiranossauro.

O beijo começou lento, delicado e a edição corta para o momento que a lésbica JOGA a outra na parede. E quando eu digo joga eu quero dizer empurra com tudo para bater a cabeça em um quadro (um quadro no banheiro? wtf). Aí a morena de certo ficou meio tonta e nem teve muito como retribuir o beijo da loira (adoro quando o filme tem mulheres de cor de cabelo diferente porque me poupa o trabalho de decorar os nomes) que estava toda loca loca loca em cima da outra.

Kill For Me

“Calma, calma! Deixa eu recuperar a consciência antes!”

Mas a parte boa mesmo da cena de pegação não foi o beijo (obviamente), mas sim o que estava ralando rolando embaixo.

Kill For MeGod! Quase perdoei o filme.

Final: Para minha tristeza, a lésbica deixa de ser aquela femme-butch ralando o tchan para simplesmente ser mais uma lésbica psicótica.

Kill For Me

Deus, por que precisamos ter uma lésbica psicótica? Não poderia ser uma hetero psicótica? Ou as duas simplesmente não poderiam concordar em matar sem precisar de chantagem? Eu detesto quando a outra pessoa se recusa a cumprir a parte dela e fica cheia de mimimi.

Kill For Me

Just do it!

Aí o filme desanda. Temos uma reviravolta. E outra. E mais uma. Até que depois de muito tempo, descobrimos que, sim, a lésbica é boazinha. Yay! Porém ela morreu. Fuén!

Mas o fato da loira lésbica ser boazinha e não estar mentindo não anula o fato de ela ser psicótica, right? E ela ganhar um beijinho na testa, também não salva muita coisa.

Final meio que feliz para as heteros e morte para a lésbica. Yay!

Kill For Me

A morte não te tornar livre se for a TUA morte.

Nota do Filme: 6
Nota do Romance Lésbico: 1 (só pelo beijinho na testa no final)
Nota da Lezploitation: 4 (só pelos 3 milésimos de segundo em que apareceu o derrière da lésbica)

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Filme: My Summer of Love – Meu Amor de Verão

My Summer of Love

Gênero: Straight-Meets-Lesbian; Adolescente; Até-Que-A-História-Não-É-Clichê; British;

Sinopse by Jac: Uma garota conhece outra garota.

Opinião: Assisti esse filme porque encontrei o DVD dele para ser vendido – aqui no Brasil! Mas eu não poderia comprar um DVD lésbico sem saber o final primeiro – eu jamais compraria Boys Don’t Cry, por exemplo.

My Summer Of Love

Qual o fetiche de lésbicas na água?

Para não depor em favor do filme, eu tinha visto aleatoriamente “cenas heteros” lá adiante da metade do filme. Então minhas expectativas eram muito, muito baixas.

Some-se o fato também de que o filme parece francês (as paisagens, a estética, o clima), o que me dá um senso de que as coisas não iriam terminar bem.

My Summer Of Love

Tamsin (Emily Blunt) tem uma adolescência basicamente idêntica à minha: ouvindo Edith Piaf, tomando vinho, tocando contrabaixo violoncelo, cavalgando, lendo Nietzsche (ou Freud), usando drogas, fazendo sexo com mulheres… Nada de coisas mundanas como animes, internet, orkut ou TV.

Ela é claramente uma predadora de 16 anos que seduz Mona (Natalie Press), outra garota que também não possui TV ou qualquer outra atividade para fazer.

Então as duas se encontram e praticamente não fazem nada. Quer dizer, elas ficam convivendo, se pegando e esperando o tempo passar.

My Summer Of Love

Desafio você a assistir essa cena e não sentir vontade de baixar a discografia de Edith Piaf.

Eu passei o filme inteiro agoniada. Eu esperava que algo muito, muito ruim fosse acontecer, mas a história parecia que não chegava nunca em um clímax. Eu não conseguia identificar qual seria o ponto de conflito: se o irmão crente iria surtar, se uma delas iria virar hetero, se uma iria morrer.

My Summer Of Love

Mas o final valeu todos os séculos de agonia que eu passei. Assistam!

Final: Eu já desconfiava que elas não iriam ficar juntas para todo o sempre: olha o nome do filme! Mas eu não poderia esperar um final mais perfeito.

Mona finalmente consegue sair de casa para uma viver nos braços da lésbica predadora e quando ela chega lá…

My Summer Of Love

“Oi, Mona! Preciso voltar para o internato, foi muito legal te conhecer. Nós nos divertimos muito nessas férias, né? A propósito, não ligue que eu menti que minha irmã estava morta para conseguir pity sex contigo. Foi malz, era apenas uma licença poética. LOLOLOL”

Mona começa afogar Tamsin e eu estava toda “não! não! Chega de matar a lésbica! Eu sei que vocês fizeram uma promesa de matar uma a outra, mas que perda para a humanidade lésbica ficcional seria a morte da Tamsin!

E quando eu não via mais esperanças no mundo, Mona solta Tamsin. Tamsin grita YOU FUCKING CRAZY BITCH e Mona vai embora. Vocês têm noção do quão incrível é esse final?

Nota do Filme: 9
Nota do Romance Lésbico: 7
Nota da Lezploitation: 8

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Filme: Showgirls

Showgirls
Gênero: Sui-generis;

Sinopse by Jac: Flashdance meets A Malvada;

Opinião: Se você não assistiu esse filme, abra sua mente e assista antes de continuar a leitura. Showgirls é o tipo de filme com o qual ninguém consegue ficar indiferente: ou você amará do fundo do coração furta-cor, como eu, ou odiará com toda a força da sua alma de tons pasteis.

Gina Gersão consegue estar mais incrível nesse filme do que em Bound. Crystal Connors é a alma de Showgirls.

Showgirls - Crystal Connors

A alma!

Sua obsessão por Nomi Malone é o que mais me cativou. Cada momento que ela entrava em cena eu torcia loucamente para ela surtar de vez e se engalfinhar com a loira.

Showgirls

Achou essa dança life changing? Existem mais umas mil danças do acasalamento lésbico ao longo do filme.

Showgirls

A fêmea bissexual predadora alfa se aproxima cortejando a outra fêmea.

Showgirls

A fêmea heterossexual beta mostra sua disponibilidade.

Showgirls

O acasalamento é então realizado.

E a coreografia toda sensual seduction?

Showgirls

E as unhas porta-cocaína?

Showgirls

Super apropriado!

E a direção de arte?

Showgirls

Quando você acha que a piscina não tem como melhorar…

Showgirls

…golfinhos!

E a história? Bem, quem já viu A Malvada, Chicago ou Pato Negro já sabe como as coisas funcionam aqui. E falando em Cisne Negro especificamente, eu fiquei cho-ca-dís-si-ma como os filmes são parecidos.

Digo, é só pegar o filme do Aronofsky trocar o ambiente de balé para show erótico de Las Vegas, fazer algumas pequenas modificações no figurino e botar a Natalie Portman para fazer lap dances esquizofrenicos.

Se você não está plenamente convencida disso, basta assistir a cena da Nomi sendo apresentada como a nova big star e depois a mesma cena com a  Nina (Nomi, Nina, Nomi, Nina… uhm!) e as cenas das visitas às antigas estrelas no hospital.

Showgirls

Final: Preciso comentar que achei uma grande injustiça o que o filme fez com a Molly (a ranger amarela). Okay que a Nomi Malone foi lá e espancou o cara, mas ainda assim não tem como desfazer todo o estrago.

Showgirls

=(

Já na grande cena final da Crystal Connors, meu coração cintiliante se fez em frangalhos. Gina Gershon estava sem maquiagem, frágil, sem a pompa de lésbica bissexual predadora e pedindo um beijo de um jeito tão sincero que duvido que seja boa interpretação.

Showgirls

Own, bright eyes!

E o filme termina em um círculo, voltando para o mesmo estágio do início. Não sei dizer se não preferia ver Nomi Malone terminando como a diva do Goddess, mas definitivamente gostei dela partindo.

ps. Ligação interessante: Elizabeth Berkley interpretou uma stripper com sonho de se tornar uma dançarina no filme Showgirls escrito por Joe Eszterhas. Joe Eszterhas também escreveu Flashdance. Jennifer Beals interpretou uma stripper com sonho de se tornar uma dançarina no filme Flashdance. Elizabeth Berkley fez uma participação em The L Word dando em cima (se não me falha a minha memória lésbica) da Jennifer Beals. Cool, uh?

Nota do Filme: 8
Nota do Romance Lésbico: 6
Nota da Lezploitation: 7

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Próximos filmes: Passion e mais três!

Showgirls - Kiss

Beijos

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41 respostas para Projeto Filmes Lésbicos – 005

  1. Raquel disse:

    O My Summer of Love era legal que passou nos cinemas, né? Era o máximo ver as lésbicas carioácas adolescentes no armário saindo da sessão maravilhadas por terem testemunhado pegação lésbica numa tela de cinema! =^_^=

  2. Alice disse:

    My Summer Of Love eu vi há muito tempo, e me lembro de ter achado chatíssimo na época. Vou ver se dou uma segunda chance e assisto esse filme de novo (apesar de achar a Emily Blunt chata, julgue-me sociedade).

    Showgirls, pra mim, é como Garotas Selvagens (Wild Things): é assumidamente canastrão, e por isso tão divertido. É tudo tão tosco e com um ar tão canalha que não tem como não amar.

    Passion eu vi essa semana, depois de meses de espera por um torrent (Noomi Rapace pegando Rachel McAdams: resistir, quem há de?).
    Mas vou deixar meus comentários para quando você fizer a resenha do filme.

  3. Noemi disse:

    Nossaaa JAC vc descreveu exatamente o que eu achei de My Summer of Love! Fica aquela tensão e parece filme francês mesmo hahaha! Eu não veria de novo, porque é muito angustiante, mas é ótimo pra uma primeira vez!

    Showgirls: fiquei curiosa! Será que vou amar do fundo do meu coração furta-cor ou odiar com toda a força da alma de tons pasteis? Hahahahaha!

  4. Negrariana disse:

    The Guest House é o pior filme lésbico que já assisti em toda minha vida!!! É chato pra caraleo! My summer of Love é legal porque não é clichê, gosto mesmo desse filme! E, finalmente, um filme que eu ainda não assisti Showgirls! Esse “filmes lésbicos” foi um dos melhores até agora! (pra mim)

  5. Mari disse:

    Então kill for me ou breaking the girls Jac?

  6. :)) disse:

    Jac!! Assiste Side Effects com o Jude Law. Assisti hj por um acaso no avião e super quero tua opinião!

  7. Emily disse:

    Jac,gostaria de sugerir alguns filmes que eu já assisti, para ver o que você acha:
    Fingersmith-Falsas Aparencias
    O diário Secreto de Miss Anne Lister
    A verdade sobre Jane
    Debs ( sério, vale a pena)
    Toque de Veludo
    Afinidade …( adoro filme lésbico de época)
    Monster ( com Christina Ricci <3 )

    E, afinal , estou esperando um post que fale de todos os filmes que as lésbicas conhecem ( Imagine me and you, Lost and Delirious…)
    —————————-
    Quando

    • Mari disse:

      Fingersmith é o melhor filme e o melhor livro que eu li com lésbicas. *.*

    • Jac disse:

      Eu ainda vou falar sobre todos esses, mas caaaalma, são muitos filmes!

      E os mais populares eu estou guardando para quem sabe um momento especial ou para um post que eu achar muito “fraco” hahahaha

  8. Jen disse:

    Desses só assisti “My Summer of Love”, gostei.

    Jac, se algum dia tu encontrar “Girltrash: All Night Long” posta aqui?
    Tô tentando encontrar esse filme, faz mais de 1 ano, acho :/

  9. F. disse:

    Muito engraçado o jeito que você comenta os filmes. Ri demais, embora só tenha assistido a My Summer of Love. Achei fraquinho. Uma decepção, pois um filme que começa com Lovely Head tem a OBRIGAÇÃO de ser no mínimo quase perfeito, hahahaha.
    Aliás, o melhor nesse filme é quando toca Goldfrapp e Piaf (algo a se pensar…).

    Só essas imagens já valeriam o post, hahahahahaha. TENSÃO

    http://45.55.241.106/wp-content/uploads/2013/06/My-Summer-Of-Love-01-262×300.png

    Tamsin (Emily Blunt) tem uma adolescencia basicamente idêntica à minha: ouvindo Edith Piaf, tomando vinho, tocando contrabaixo violoncelo, cavalgando, lendo Nietzsche (ou Freud), usando drogas, fazendo sexo com mulheres… Nada de coisas mundanas como animes, internet, orkut ou TV.

    Bem minha adolescência também.

    Em termos gerais, depois que pegação lésbica deixou de ser algo apenas abstrato pra mim (agora tenho vítimas com quem praticar) tenho certa preguiça em ver filmes com temática lésbica. Quase sempre são bem ruins. Uma pena, pois ter um romance lésbico já é mais do que meio caminho andado, hehehe.

    Continue canalizando sua perspicácia como crítica de filmes nos post 🙂

  10. Ma disse:

    Assisti o Rome e Juliet , e um filme delicado , bonito que mostra a situação de duas muitas mulheres que despertam para o verdadeiro amor. Não acredito que uma pessoa vire lésbica, mas sim que ela oculta o próprio sentimento por puro preconceito e confesso que me identifique muito com a Juliet.

  11. carolina disse:

    eu achei kill for me melhor que breaking the girls apenas e tão somente pelo fato de que a katie cassidy levou o filme inteiro lindamente nas costas, ponto

  12. Jessica disse:

    Um dia eu irei assistir todos os filmes!
    Um dia…

    Espero que seja em breve, por que está difícil a situação viu!
    =P

  13. helen disse:

    My Summer Of Love foi o primeiro (e unico) filme lésbico que encontrei em uma locadora para assistir.Amei o filme,e sim baxei a discografia de Edith Piaff depois de ver a cena do filme,me apaixonei por Piaff inclusive,e fiz com que mais tarde uma namorada minha dançasse La Foule comigo,foi a coisa mais linda que fiz na vida. rsss

    https://www.facebook.com/tuty.fruty.58

  14. Juliana disse:

    “Desafio você a assistir essa cena e não sentir vontade de baixar a discografia de Edith Piaf”

    Tive que rir com esse comentário pq foi exatamente o que aconteceu depois de assistir o filme! Haha!

    Baixei o filme só pela linda Emily Blunt. Bem que ela poderia fazer outro do gênero… ai,ai..

  15. Juliana disse:

    Esperando ansiosa pelo review de The Four Faced Liar.
    Ótimo filme! Fica dica pra quem não viu ainda 🙂

  16. Vanessa disse:

    Ai gente,

    Eu comprei a “história em quadrinhos” (bande dessinée) Le bleu est une couleur chaude (Blue is the warmest color, ou Blue Angel, como ficou a tradução da história em inglês) e a história é absolutamente tocante! Gostei muito!

    Estou muito ansiosa pelo filme também! Tenho que tomar cuidado para não deixar as expectativas crescerem demais: a autora da história criticou justamente as cenas de sexo do filme, enquanto espectadora lésbica =/

    =*

  17. Emily disse:

    Olha , eu resolvi assistir Kill For Me … e não consigo mais PARAR!
    Já era apaixonada por Katie Cassidy desde Harper’s Island <3 (ela e Elayne , no mesmo seriado , ambas já protagonizaram filmes lésbicos ( pena não ter sido juntas ) , ambas são Cassidy ) .
    Enfim, amei tanto Kill for me , que não consigo ter coragem de assistir aos outros filmes sugeridos.
    Assisti My summer of love em 2010 e adorei , mas o filme que eu acho que TODA lésbica deveria ter conhecimento é Fingersmith <3 .

  18. Milena disse:

    Jac, o que você acha de ‘Orange Is the New Black’ ? Sei que é série,mas não superou minhas expectativas, só assisti pra ver a Alex Vauser. rsrsrs

    • Jac disse:

      Eu adorei! Meu maior problema com séries lésbicas+prisão é que era muito foco na “podridão humana”. E Orange é um feel-good, e eu agradeço isso. Mas tem seus momentos chatos, sempre envolvendo o porre do Larry.

    • Cássia disse:

      Confesso que tbém assisti para ver a Alex rs…

      E aquele noivo é extremamente dispensável!

  19. Elis disse:

    Muito bom! Tava com saudades. Hahahah

  20. xenielly disse:

    olá. adoro ler os comentários, já assisti muitos, porém acho Elena Undone o melhor de todos esses aí.

  21. patysouza disse:

    Gente?? por favor… os filmes Perfect Ending e kiss mig são mara! delicia… sem comentários. tenho no meu pc guardados mais de vinte filmes sempre que bate a saudade assisto novamente eu mesma passei pacientemente mais de 1 ano esperando Perfect Ending, valeu a pena! kkkk…

  22. Viviane disse:

    Gente! Amei Showgirls, já faz parte da minha lista de filmes favoritos. <3

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