Projeto Filmes Lésbicos – 009

Seguindo nosso projetos sobre filmes lésbicos, hoje temos três boas opções com cenas sexuais bem interessantes (estão na netflix, antes que me perguntem) e mais Ashley.

Filmes Lesbicos

Ashley

Ashley Movie Poster

(Não, apesar desse poster, juro que não tem nada a ver com Flashdance)

Gênero

Adolescente; Você-Só-Assiste-Por-Ser-Lésbico;

Sinopse by Jac

Uma jovem muito, muito sofredora tentando sair da depressão.

Opinião

Se você não tem paciência para adolescentes muito, muito deprimidas e não fez nenhuma promessa de assistir todos os filmes lésbicos do mundo para escrever sobre eles no seu blog, não veja esse filme. Ashley é o típico esteriótipo de adolescente que não se encaixa no mundo – se veste de preto, ouve rock, tem seu ritual de automutilação (o que na real é serious shit), tem uma mãe maluca e não conversa direito com ninguém.

Ashley - 01
“É porque eu sou #sofredora.”

Eu imaginei no começo do filme que teria que aguentar uns 50 minutos de #sofrimento sem pegação lésbica, mas misteriosamente mais da metade dos personagens da história dão em cima da Ashley. Eu digo misteriosamente porque os personagens têm conceitos muito distintos aos meus sobre o que torna uma pessoa interessante. Ashley é isolada e não abre a boca nem para responder quem tenta falar com ela? Eu consideraria falta de respeito e odiaria. Os outros personagens acham cool. Ashley puxa o cabelo da peguete dela? Eu curtiria, a personagem deu um fora nela. Conceitos bem distintos.

E entre sofrimento e gente querendo pegar a Ashley, o filme vai passando, nada vai dando certo e vamos descobrindo os motivos para tanto sofrimento. Nada original, nada que você já não pudesse ter imaginado antes.

Ashley - 03
Ashley pelo menos tem sorte que não sou eu a mãe dela vendo ela pisando de tênis sujo em cima da cama.

Mas, graças a deols, todo esse sofrimento vai passando à medida que Ashley vai conhecendo Candice por um chat UOL da vida. Novamente, eu não sei o que diabos torna uma guria de 17 anos problemática interessante para uma mulher de 33 anos. Deve ser roteiro ruim o simples prazer de ser predadora sexual, só pode.

Temos cenas super desconfortáveis em que Candice fica falando, falando, falando e Ahsley não responde com mais do que duas palavras. No final, Candice diz que ganhou o dia falando com Ashley. Bitch, really?

Ashley - 04
“Veja como eu faço caretas para você pelo menos rir um pouco. Sempre funciona com minha sobrinha de 4 anos.”

E o que eu posso dizer sobre a lezploitation do filme? Bem, você percebe que uma mulher não sabe ser lésbica quando ela coloca a perna dela desse jeito:

Ashley - 06

Spoilers e Final

Eu gostei que a Ashley pelo menos se recuperou de tanto sofrimento na vida. Na real, muitas lésbicas podem se identificar com a trajetória da Ahsley de adolescente-descobrindo-a-sexualidade para sapatão.

Ashley - 05
Aqui ela já tá toda butch pegadora.

E temos uma valiosa lição final no filme.

Ashley - 02

Nota do Filme: 5
Nota do Romance Lésbico: 5
Nota da Lezploitation: 4

Agora vamos ao filmes que interessam mesmo…

The Perfection

The Perfection - Poster

Gênero

Até-Que-A-História-Não-É-Clichê; Lésbicas-e-Crimes;

Sinopse by Jac

San Junipero do mal. Charlotte, um prodígio do violoncelo em uma escola de música, encontra sua sucessora Lizzie, a nova queridinha da escola.

Opinião

Vá ver o filme. Quanto menos você souber, melhor será a experiência.

Spoilers e Final

Vou confessar que não gostei muito do início do filme, que é justamente onde temos a parte lésbica. Não houve construção de tensão sexual e o ritmo era muito apressado. A sensação é que precisavam fazer o “filme real” começar logo então não teriam tempo para desenvolver a relação das duas.

Lizzie (Logan Browning) parecia uma fera sexual predadora pronta para atacar. Ela nem conhecia direito a Charlotte (Allison Williams) e já estava toda sensualizando. Achei forçado e apressado. Sem contar que dizer que ficar molhada ao ver dois chineses heteros de safadeza não é exatamente o que me colocaria interessada em uma mulher. Sequer me daria indícios de que ela é lésbica ou bi.

The Perfection

Ao mesmo tempo, Lizzie me parecia muito adolescente para a Charlotte, embora eu pesquisei depois e vi que a Logan Browning já tem uns 30 anos. E, quando eu vejo uma adolescente toda segura de si agindo como uma predadora para cima de uma mulher claramente já adulta, eu fico com a impressão que o filme força a barra. Sabe Loving Annabelle em que uma aluna que é mais experiente e predadora que a professora dela? Eu sei que esse caso pode acontecer na vida real, mas no mínimo eu espero que o adulto esteja no controle, por mais que a adolescente ache que está arrasando de predadora.

Veja a diferença com Elisa Y Marcela. Elas têm uma diferença de idade também, mas a adolescente é insegura, tem um crush claro com a mais velha e fica olhando com aquele olhar de admiração que nós tínhamos também quando éramos adolescentes e víamos uma mulher mais velha e cool.

Mas apesar da forçação de barra do começo do filme, não vou dizer que não apreciei as duas juntas. Embora não tenham durado quase nada, achei as cenas super sexies.

The Perfection - 01
Nossa… que cena boa!
The Perfection - 02
“Eita…”
The Perfection - 03
Shock

E quando Lizzie decide fazer um tour pelo interior da China é que a parte lésbica começa a ficar realista para mim. Lizzie começa a passar mal, dá vexame, mata todo o clima lésbico do filme. Eu consigo lembrar de 4 ou 5 casos com mulheres diferentes em que eu saio comprometida a piriguetiação lésbica e a mulher ou começa a passar mal, ou bebe demais, ou fuma demais e aí eu tenho que ficar ali do lado toda sóbria e dando um apoio, mas frustrada porque claramente eu me preparei para outra coisa.

The Perfection - 04
Emilia Clark - Best Season Ever
“Melhor segundo encontro EVER!”

Mas bem, todo esse meu problema com a parte lésbica do filme desaparece no instante em que acontece a primeira rebobinada. Porque aí o thriller engata de vez e, embora não seja perfeito, é muito mais interessante que a parte lésbica. Eu realmente fiquei vidrada em The Perfection. Isso só me aconteceu uma outra vez na vida com Bound – Ligadas pelo Desejo: uma parte lésbica meio estranha que é completamente ofuscada pelo restante maravilhoso do filme.

Eu ainda tenho alguns problemas com essa parte de thriller. Especialmente que estupro está sendo utilizado em excesso por Hollywood como motivador da história. A parte em que o filme quer que você acredite que Lezzie está com uma doença com insetos no seu corpo também é chata (além de me trazer as más lembranças de dates ruins). E ainda temos uns furos de roteiro: como que Charlotte teve toda uma conversa com Lizzie sóbria após a amputação da mão se o filme diz que ela foi encontrada completamente drogada na beira da estrada?

The Perfection - 05
Lá se foram minhas esperanças de mais cenas de sexo no filme…

Bem, isso são detalhes menores diante dos ótimos plot twists de The Perfection que me prenderam tensa e interessada assistindo. E quando eu já nem esperava mais algo lésbico dali, eu sou recompensada com um beijo entre elas que me pareceu muito bom.

The Perfection kiss

Mais fantástico ainda o final, quando elas tocam juntas o violoncelo com uma mão cada para uma versão dilacerada e torturada do abusador delas. Uma imagem esteticamente linda! Claro que na minha cabeça elas vão viver felizes para sempre torturando ele, tocando violoncelo como dupla e tendo sexo lésbico constante.

The Perfection - 06

♪ Ooh, baby, do you know what that’s worth? ♪
♫ Ooh, heaven is a place on earth ♫

Nota do Filme: 9
Nota do Romance Lésbico: 6
Nota da Lezploitation: 6

Elisa y Marcela

Elisa y Marcela - Poster

Gênero

Até-Que-O-Filme-É-Bom; Sapatão-de-Época;

Sinopse by Jac

Duas mulheres lésbicas querem viver sua vida tranquila na Espanha em 1900 e a sociedade não deixa.

Opinião

Eu normalmente não tenho boas expectativas quando o filme trata de casos de homofobia. Não que homofobia não seja real e não que ela não afete a vida de muitas pessoas e não que ela não mate. É que eu simplesmente já não aguento mais ouvir sobre homofobia, incluindo em filmes. Mesmo porque a perspectiva e o discurso são sempre iguais: você viu um, viu todos.

Porta dos Fundos - Xuxa
Ai tá, lá vem os religiosos pregar intolerância de novo. Já vi isso umas 500 vezes, mas vamos pra mais uma…

Elisa y Marcela não acrescenta nada de novo sobre casos de homofobia – você já pode imaginar o tipo de coisas que elas terão que enfrentar em 1900 (!) para poderem simplesmente estar juntas. Mas o grande mérito do filme é ter me engajado na história e assistir a luta delas não foi o martírio que normalmente é ver homofobia retratada nos filmes.

E nem só de “luta contra homofobia” vive o filme, graças a deus. A primeira metade é um filme de romance bem feito, com construção de tensão sexual sem pressa e cenas de sexo boas. Afinal, o filme se passa em 1900, mas estamos em 2019. Não é mais aceitável filme lésbico sem pegação.

Elisa y Marcela - 03

Spoilers e Final

Achei super fofo e realista a parte em que elas flertam no internato. Consegui me ver como a Marcela, uma adolescente com um crush em uma estudante mais velha e sempre desejando vê-la mais, embora não tendo coragem de ser explícita.

Elisa y Marcela - 01
Senpai me notou!

Comentando um pouco sobre a cenas de sexo: achei elas interessantes. A primeira constrói bem toda a expectativa do momento e o filme reserva uma boa parte para mostrar elas tirando todas aquelas camadas de roupas. Sabe quando você está num momento íntimo e a blusa está impedindo de você ter um tão desejado contato pele com pele? Imagine isso em 1900 usando espartilhos que te apertam e impedem qualquer sensibilidade. Quando Marcela tirou o espartilho de Elisa e encostou nela, eu consegui imaginar o prazer tátil do momento.

Elisa y Marcela - 01

Incrivelmente o filme não se contenta com uma única cena de sexo e aí avançamos para umas mais… ousadas. Vi várias pessoas comentando com nojo sobre o uso do polvo. Eu não fiquei tão chocada assim, não. Vocês devem saber que existe uma tradição lésbica de mulheres brigando na lama/óleo, certo? Então imagino que o polvo tenha sido usado para dar uma viscosidade entre elas. Fora que naquela época não tinha KY, né?

Elisa y Marcela - 02
“Ai, eca, Jac!”

Olha, a verdade é que depois de Azul É a Cor Mais Quente os filmes LGBTs precisam ter algum diferencial na cena de sexo, nem que seja só para chamar atenção e se diferenciar. Em Call Me By Your Name foi o pêssego. Nesse filme é o polvo.

Obviamente eu, como boa sapatão preferiria uma versão mais vegana e com menos sofrimento animal para o sexo (e elas chegam a usar algas), mas, de qualquer forma, eu gostei de todas as cenas de sexo.

Elisa y Marcela - 02
Espero que esse leite aí seja de amêndoas.

Eu fiquei muito satisfeita com o final. Nós tivemos aquelas cenas de Marcela na prisão já de saco cheio e o filme quis que assumíssimos que era saco cheio do relacionamento com Elisa. Também, devido às cenas iniciais, na minha cabeça uma tinha abandonado a filha com a outra em Portugal, ou que de alguma forma elas se separaram. Fiquei genuinamente surpresa ao ver que elas tiveram uma vida feliz juntas na Argentina.

Elisa y Marcela - 04
Maria Bethânia da Patagônia!

Porém foi meio incômodo quando a filha delas pergunta se valeu a pena tudo o que elas passaram, incluindo abandoná-la. Eu esperava pelo menos um “te abandonar foi a escolha mais difícil que eu fiz” ou algo assim. Claro que naquela época era muito mais comum mães dando/vendendo filhos e a maternidade não era esse mundo-cor-de-rosa meu-deus-não-vivo-sem-meu-filho, mas imagino que ainda assim não era uma situação trivial. Mas a reação da Marcela foi praticamente essa:

Elisa y Marcela - 05
“Valeu a pena tudo o que vocês passaram, incluindo abandonar sua própria filha?”
Elisa y Marcela - 06
“Você me pergunta se vale a pena abandonar uma filha para ter sexo lésbico louco e passional na Argentina?”

Mãe arremessando filho

COM TODA CERTEZA!

Nota do Filme: 8
Nota do Romance Lésbico: 7
Nota da Lezploitation: 7

Curiosidades

Elisa y Marcela

O filme é baseado em fatos reais. E foi graças ao filme que a bisneta argentina de Marcela descobriu a história de sua bisavó. Ela comenta sobre uma possível versão que Elisa se casou com Marcela porque esta engravidou de um homem que não assumiu o filho. Essa versão me deixa um tanto irritada porque convenhamos – se era ruim ser uma mulher hetero que fez sexo fora do casamento em 1900, imagine ser uma mulher lésbica. Não faz o menor sentido uma mulher estragar sua vida, correndo risco de morrer, só para manter a honra da amiga. E, claro, um dos principais motivos de apagamento de histórias LGBTs é que, convenhamos, não era muito comum você registrar formalmente que você estava transando com polvos alguém do mesmo sexo.

E parece que rolou um mal-estar na Espanha porque o filme basicamente retrata todos os espanhóis como homofóbicos horríveis, enquanto os portugueses são os lindos e fofos que ajudam o casal.

The Girl King – A Jovem Rainha

The Girl King - Poster

Gênero

Sapatão-de-Época;

Sinopse by Jac

Rainha Kristina da Suécia assume o trono após a morte de seu pai, mas – surpresa – prefere se envolver em atividades lésbicas a governar.

Opinião

Esse filme parece a versão um pouco mais açucarada de The Favourite, embora seja anterior a este. O drama é o mesmo de toda rainha lésbica: como poder se dedicar ao lesbianismo com um monte de homens ao redor querendo que você resolva coisas chatas de governo?

Woman Explaining Meme
“Você não pode ficar correndo atrás de cada rabo de saia que aparece no castelo. Você tem que definir qual vai ser a taxa Selic desse mês.”

Rainha Kristina é a típica adolescente sapatão muito interessada em literatura e em se mostrar cult. Porém rebelde demais para cumprir com suas obrigações como rainha.

Particularmente, me irritei com o drama porque eu me colocando no lugar dela seria bem pragmática: me casaria com um homem com quem eu pudesse ter um acordo honesto (que homem não aceitaria a fim de virar rei da Suécia?), deixaria ele me engravidar logo de uma vez. Assim eu acalmaria todo aquele povo chato que exigia herdeiros ao trono e manteria minhas atividades lésbicas com discrição – que é como lésbicas provavelmente fizeram ao longo de séculos de opressão.

The Girl King - 02
“Pronto, aqui estou toda feminina de vestidinho e colar. Agora, se os senhores me dão licença, vou para meu grupo de bordado… feminino… que só aceita mulheres… mulheres que gostam de bordado…”

Infelizmente não simpatizei com Malin Buska que faz a Rainha Kristina. Além de não achar ela tããão linda assim, a interpretação dela me incomodou. Logo numa das primeiras cenas lésbicas do filme, ela deveria fazer uma troca de olhares sexy com a condessa Sparre e o olhar dela saiu horrível. Outra cena que a interpretação dela estraga é quando a condessa narra como seu noivo olha pra ela. Sim, Kristina tem que reagir de forma desconfortável, mas olha essa interpretação tosca:

The Girl King - 01

Aliás, meu nível de atração por ela é o mesmo que pela Jodie Comer em Killing Eve: ela em si não me atrai, mas dependendo do estilo da roupa… Damn it!

The Girl King - 03

O que não me ajuda a engolir o começo do filme é o fato de que não é possível dizer também se a condessa Sparre realmente retribui o interesse por Kristina. Metade do filme passou sem eu saber se isso era uma história de amor ou de assédio.

Mas da metade do filme adiante, The Girl King se corrige: temos cenas lésbica boas (ô!), Malin Buska para de fazer caras estranhas e a condessa Sparre deixa muito mais claro seus sentimentos pela rainha.

Spoilers e Final

Como eu sei que você não assistiu esse filme por interesse na política sueca do século XVII, vamos comentar as cenas lésbicas. A começar pela cena em que a condessa esquenta a cama para a rainha. Não sei vocês, mas a Malin Buska me vendeu muito bem, bem até demais, que ela não sabia beijar. A condessa (Sarah Gadon) é que salva um pouco a cena sendo mais sensual.

The Girl King - 06

Não é a toa que todos os gifs da cena são mostrando o beijo que partiu dela, e não da rainha.

Tem um pouco de trauma pessoal nisso aí, mas nossa… que raiva desses beijos assim máquina-distribuidora-de-selinhos.

The Girl King - 02 - Kiss
“Ai, para, Vossa Majestade. Que tal me dar um beijo de verdade?”

A parte lésbica foi tão ruim que eu cheguei num ponto – VEJAM SÓ O NÍVEL DA COISA – de quase torcer para para a rainha casar logo com o Johan (um homem!).

Mas aí veio a grande cena desse filme. Nossa – e que cena! Até compartilhei lá nos stories do instagram (sigam lá! Agora foi pros destaques) porque realmente fiquei impactada. Lésbicas fazendo sexo na biblioteca? Oh yeah! E ainda mais considerando que quase nunca vemos uma cena lésbica de “pegar por trás”. É uma posição díficil, mas nossa, muito sexy.

The Girl King - 04

Mão direita: muito bem!
Mão esquerda que não sabe o que fazer: precisamos melhorar…

Mais uma vez, cena mérito da Sarah Godon que faz parecer que tem algo muito bom acontecendo aí.

The Girl King - 05

(Os gifs não fazem jus a cena, assistam ela completa.)

E a partir desse momento decido torcer pelo casal lésbico… pena que só para quebrar a cara, né? Homofobia entra em cena, a condessa Sparre é obrigada a se casar com um macho e a rainha ao invés de usar a cabeça (i.e. governar direito e procurar outra mulher) entra na fase sofredora louca.

E então ela larga tudo, se converte ao catolicismo e vai para a Itália, onde vive até os 62 anos como convidada especial dos Papas. Pelo que aparece na cena final do filme e lendo a Wikipedia sobre a Rainha Kristina, ela passa o restante da vida “em meio a pensadores, artistas e poetas” – e sabemos muito bem o que isso significa…

Lesbians

Resto da vida tendo muito drama sexo lésbico, claro!

Nota do Filme: 7
Nota do Romance Lésbico: 5
Nota da Lezploitation: 6

Curiosidades

Já foi produzido um filme sobre a Rainha Kristina com Greta Garbo (!) em 1933 (!!) em que ela dá um selinho em uma mulher (!!!).

Também, como sou dessas que forçam o ship e as ligações lésbicas, pesquisei e descobri que a Rainha Anne da Inglaterra, a personagem de The Favourite, foi contemporânea da Rainha Kristina. Nasceu quando esta tinha 39 anos e, quando Kristina morreu, Anne tinha 24 anos. Ou seja… se preparem para minha fanfic, que obviamente vai se chamar Amor Real, envolvendo duas rainhas vivendo um amor visceral na Itália, bem embaixo do nariz do Papa! Aguardem!

Amor Real

Duas coroas, um só coração.


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11 respostas para “Projeto Filmes Lésbicos – 009”

  1. Não tinha me interessado em assistir Elisa y Marcela exatamente por esse motivo: achei que ia ser mais um filme sobre homofobia e sofrimento, mas o post me animou a assistir <3
    Já The perfection e Ashley – NOT
    Não sei o que é pior, adolescente sofredora ou mutilação de mão

    1. Ah, puxa, The Perfection é interessante =(
      Vale a pena assistir, mas é um thriller e tem coisas típicas do gênero, né? Aí vai do gosto mesmo ahhaha

  2. Eu amei Elisa y Marcela e o the girl king só me serviu pra ver a cena da biblioteca e a política sueca…. Quero sim análise de gentleman jack

  3. Kkkkkkkkkkkk falecida aqui com esse final kkkkk “Duas coroas, um só coração.” kkkkkkk Escreve isso, por favor. Faz meses que procuro uma fic boa e não encontro (aceito sugestões, caso alguém tenha alguma dica – não sejam tímidas)!!!
    Excelente postagem, Jac. Ainda não vi nenhum desses. Já já vou assistir essa da rainha e algum dia que estiver com coragem vou ver The Perfection, porque tu me deixou curiosa (não li teus escrito pra seguir o conselho dado sobre saber menos é melhor). Ah, super queria ver Elisa y Marcela, mas tenho preguiça pelo fato do filme ser em P&B (pois é, podem me julgar). kkkkk

    1. Infelizmente eu não tenho o dom para escrever fanfics/contos/romances senão já teria escrito hahahaha Vale a pena ver os três filmes (todos menos Ashley) e veja Elisa Y Marcela mesmo sendo em preto e branco, você vai se surpreender como fica “normal” assistir assim =)

      1. Hey Jac… Segui seu conselho e já vi os três filmes. Comecei por Elisa y Marcela. Cara, a história é muito bem contada. Não me acostumei muito ao P&B, mas fizeram tão direitinho que vi sem muito sofrimento e olhe que são quase 2h de filme.
        Quanto ao filme da rainha, não achei nada d+, bem levinho… Acho que The Favourite tem bem mais emoção.
        E, por fim, The Perfection é bizarro. Não consigo dizer se gostei ou não, mas a maior parte é agonia e a curiosidade matando pra saber o que ia acontecer e vinha mais agonia kkkkkkk E a história surreal também. Queria ter o dom da escrita pra poder transmitir pra você todo o sentimento que tive vendo kkkk
        Em resumo, achei Elisa y Marcela muito bom, mas os outros dois foram mais medianos mesmo e isso também pelo ponto de vista lésbico. Interessantes, mas não se a pessoa quiser um filme lésbico. Diria que essa parte é mais um “plus” (principalmente em The Perfection).

        1. Que bom que você deu uma chance a Elisa y Marcela =) The Favourite é muito mais filme que The Girl King, né? Poréééém não tem a cena de sexo na biblioteca hahaha (eu, bem superficial) E The Perfection é thriller, né? Tem uma linha a ser seguida, mas acho que dentro das possibilidades ali conseguiram colocar um “final feliz lésbico” ahahha

    1. Vish… hahahah Para comentar eu precisaria ler inteiros ali pelo menos uns 4, né? No momento estou lendo atrasada Sapiens (não lésbico, mas mto interessante) e Luciana e as mulheres da Sabina Anzuategui [1]. Outros que me pareceram bons e estão na fila são O Relógio Das Flores da Drey Damasco e da Sara Lecter e o livro Amora da Natalia Borges.

      [1] https://www.travessa.com.br/luciana-e-as-mulheres/artigo/df119097-db5a-40ac-8297-288f962cd5f2?fbclid=IwAR3wBeGukpbJ5N-8zOGbdRvefgx9ullBw4bbRwu5AovGYoFHIGNexYGkQ_A

  4. Quero indicar mais um filme lesbico maravilhoso,tem na Netflix tmb,chama-se A Criada,e além de ter cenas ótimas de sexo lesbico,tem um enredo muito bom,que te prende do começo ao fim. Vale a pena assistir.

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