Projeto Filmes Lésbicos – Sarah Waters Edition Parte 01

Em uma edição especial do nosso projeto de filmes lésbicos, vamos analisar obras inspiradas nos livros de Sarah Waters, uma das principais romancistas lésbicas de nossos tempos.

Filmes Lésbicos - Sarah Waters

Tipping The Velvet – Toque de Veludo

Tipping the Velvet - Cover

Desafio: tente encontrar o momento na série em que elas usam essa roupa íntima aí da capa.

Onde Assistir

Assista online legendado no Youtube aqui ou encontre fácil por torrent.

Gênero

Sapatão-de-Época; Até-Que-A-História-Não-É-Clichê; British;

Sinopse by Jac

Uma jovem sapa, ainda em fase hetero ingênua, conhece e se apaixona pela artista que se apresenta em um teatro local.

Opinião

Tipping The Velvet na verdade é uma mini-série inglesa de 3 episódios de uma hora cada. Por ser de 2002, tem uma estética de filmagem dos anos 90 que a cada pouco causa um certo desconforto. Mas, sinceramente, série boa te prende pelo roteiro e isso Tipping The Velvet faz muito bem.

Tipping The Velvet - Toque de Veludo - 08

A série começa com um romance clássico girl-meets-sapatão: a pobre hetero ingênua e entediada com sua vidinha de repente conhece a sapatão interessante e se encanta. Então Nan Astley, nossa protagonista, larga o boy, larga família, larga a cidade pequena e vai com Kitty Butler viver de arte em Londres. A história a princípio previsível a partir disso começa a tomar rumos… como posso dizer? Polêmicos/bizarros/curiosos até que volta para os trilhos no terceiro episódio.

Acompanhamos Nan Astley em um arco longo e podemos identificar diversos marcos da vida lésbica retratados: a descoberta, a primeira paixão, a primeira vez que uma mulher quebra seu coração, os grupinhos de amigas fofoqueiras, as experimentações sexuais, a primeira vez que você quebra o coração de alguém…

Mulher Explicando
…a primeira vez que você se prostitui para uma lésbica mais velha…

Esse momentos me pareceram bem anacrônicos. Duvido que houvesse tanta liberdade assim na época e toda uma comunidade lésbica bem construída. Mas acredito que essa seja uma concessão que temos que fazer, afinal, que chato seria mais um filme mostrando a realidade de uma lésbica no século XIX: apaixonada pelas amigas heteros, casada com um homem.

Inclusive Tipping The Velvet pula ou diminui os momentos chatos de sofrimento por se descobrir lésbica, se assumir para a família e de sofrer por homofobia. Ninguém aguenta mais, né?

Tipping The Velvet - Toque de Veludo - 11
Bem melhor assim, né?

Em resumo, a série é old, but é gold.

Spoilers e Final

O primeiro episódio segue quase todo o padrãozinho girl-meets-sapa. Eu gosto especialmente como a ingenuidade da Nan Astley é creível: aquela cara de lésbica novinha tonta que ainda vai quebrar muito a cara na vida.

Tipping The Velvet - Toque de Veludo - 01
Olha alí você com 20 anos…

E claro, temos a Kitty Butler bem mais experiente e ambiciosa que é quem vai quebrar a cara da Nan. E você já tem pequenas demonstrações disso pelo episódio, mas como boa sapa-trouxa que somos, ignoramos.

Tipping The Velvet - Toque de Veludo - 02
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Catch!
Tipping The Velvet - Toque de Veludo - 04
Fuén, não era para você, gata!

Aliás, você começa achando muito vergonha-alheia essas apresentações artísticas da Kitty, mas te garanto que até o final do episódio você vai estar bem encantadinha com o “Dear Rosie, there’s a rose in my heart for you.”

E é inacreditável o tanto de coisa que parece acontecer em uma hora do episódio. Já seria um filme típico completo. Fiquei pensando “se em uma hora aconteceu tudo isso, o que que resta para acontecer em mais duas horas?”

E bem, chegamos ao segundo episódio com Nan traída pela Kitty, largando a traste e o número que faziam juntas. Porém boletos não param de chegar só porque você tem o coração partido e Nan acaba trabalhando nas ruas se prostituindo.

Tipping The Velvet - Toque de Veludo - 05

Grande mérito foi ter feito as cenas de uma forma cômica, assim não bate aquela bad por toda a situação. Mas logo essas cenas dão lugar a um novo interesse romântico de Nan: Florence, uma feminista (vejam só que inesperado) que quer levar Nan para o Clube Lesbos de Londres.

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Mas Nan logo dá uma vacilada e perde a crush.

E bem, chegamos na parte que Sarah Waters escreveu sob efeito de ácido. De alguma forma uma milionária deusa ex machina pega Nan das ruas e a tranforma em sua “dama de companhia”. Pense na sorte de fazer sexo lésbico e ainda ganhar dinheiro pra isso!

Com o arco da Diana, a milionária, somos apresentadas para o grupo lésbico tóxico da alta sociedade londrina: um monte de mulheres velhas que ficam fofocando uma sobre as outras enquanto pegam as “novinhas”.

Mulher Lembrando
“Pera, não tem um grupo exatamente assim lá naquela cidade, naquele bar…”

E a coisa vai ficando tão louca e tão esquisita que no final temos Sally Hawkins usando um dildo. Esse segundo episódio é o mais polêmico e talvez o mais difícil de engolir dos três, mas se você manter uma mente aberta e apenas aceitar o que o universo manda, passa até a se afeiçoar a ele. Afinal, quantos filmes/séries/livros tratam de como seguimos nossa vida depois do primeiro coração partido?

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“Não se preocupe, meu bem, no terceiro episódio tudo melhora.”

O começo do terceiro episódio volta com uma importante lição que você não vê por aí: só porque você transou com uma mulher, não quer dizer que ela não vai dar uma facada nas suas costas. Mais uma vez Nan está na merda e o que você faz quando está na merda? Procura a sua ex que você infernizou, obviamente.

E então temos uma retomada de relacionamento com Florence em que Nan luta para reconquistar a crush até que… o que acontece quando você está feliz com uma mulher decente e tudo está dando certo na sua vida?

Wild Ex Appeared

Sim, a ex que te infernizou aparece querendo voltar. Você apareceu pobre ferrada doente na casa da tua ex que você abandonou? Toma a sua própria ex que te traiu reaparecendo. É literalmente o ciclo sem fim da vida lésbica.

Rei Leão - Circulo da Vida
Naaaaaaaaaaats ingonya ba bagithi Baba Sithi uhm ingonya aba

Obviamente Kitty quer voltar para Nan alegando que vive um casamento de aparências e blablabla. Aliás, a gente não consegue bem saber se o que a Kitty fala é verdade ou não, mas a julgar pela ótima interpretação da Keeley Hawes, Kitty realmente amava Nan, mas por covardia acabou se envolvendo com o macho lá. Aquela cena do primeiro episódio em que Kitty diz para Nan que odeia como Nan faz ela se sentir corrobora com essa tese.

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E claro que a filha da mãe aparece mais linda do que nunca.

Pelo sim pelo não, a série chega no ápice quando Nan precisa escolher se fica com Florence and the communist machine ou com Kitty. Eu acho que quase tive um ataque do coração vendo aquele número musical que não acabava nunca e já fiquei com meu coração destroçado com a cara que Florence faz ao perceber que Kitty estava lá toda sorridente.

Depois de tudo o que a Kitty aprontou, depois de tudo que a Florence e seu irmão fizeram de bom pela Nan seria extremamente humilhante e ingrato se Nan tivesse entregado a flor para Kitty. Teria jogado toda a série no lixo, mas por sorte quando Florence segura a rosa eu pude respirar aliviada.

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É a vitória do amor maduro e saudável sobre os traumas e humilhações do passado.

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Bravo! Bravo!

Nota do Filme: 9
Nota do Romance Lésbico: 8, pelo conjunto da obra de romances
Nota da Lezploitation: 6

Affinity – Afinidade

Affinity - Cover

Onde Assistir

Assista online legendado no Youtube aqui ou baixe em melhor resolução por torrent.

Gênero

Sapatão-de-Época; British; Lésbicas-e-Crimes;

Sinopse by Jac

Patricinha vai fazer trabalho voluntário na prisão e arruma treta lésbica.

Opinião

Depois de Tipping the Velvet, minhas expectativas já estavam mais elevadas para ver a adaptação do segundo livro de Sarah Waters. Mas Affinity já mostra um estilo bem diferente do que vemos em Tipping: adeus bom humor, vamos deixar isso aqui soturno.

Margaret Prior, nossa protagonista de classe média-alta, um belo dia acordou e decidiu seria uma boa ideia fazer trabalho voluntário numa prisão feminina. Não para nossa surpresa (afinal estamos num projeto de filmes lésbicos), ela encontra uma presa que obviamente é linda e se apaixona por ela.

Essa presa, Selina Dawes, alega que se comunica com espíritos. Porém, devido a uma sessão mediúnica que resultou em morte, foi presa por fraude. Então temos aí a premissa do filme: como vamos ter pegação lésbica com uma presa e a outra solta?

Mulher Estranhando
“A premissa não é descobrir se Dawes é inocente ou não?”

Affinity começa devagar, com quase nenhuma interação entre as protagonistas (que vamos ser sinceras não têm lá muita química), e vai numa crescente de mistério que realmente nos deixa muito curiosas. Por um lado, eu já fui carcereira e sei que nunca, nunca, nunca se deve confiar em um preso. Por outro, é uma obra de ficção lésbica, feita por lésbica… claro que elas vão ficar juntas, não?

Affinity - Afinidade - 01
Ah, claro que você quer ver mais do que uma soprada no braço.

E então chega o momento crucial do filme e bem, o que eu posso dizer sobre ele sem dar spoilers? Ele é único. Foi uma experiência única de emoções que nunca senti com outro filme lésbico.

Mulher Empolgada
“Hmmmmm parece bom!”

Não, não é. Mas é único.

Spoilers e Final

Eu não tenho nada contra histórias lésbicas que abordam alguma espécie de mau caratismo. Inclusive gosto. E eu estava preparada tanto para um final feliz quanto para descobrir que Dawes só era uma golpista mesmo (mas obviamente não queria que fosse o caso). Aliás, melhor dos mundos seria descobrir que Dawes era mau caráter e, mesmo assim, elas acabassem juntas encarnadas fugindo para Itália. De qualquer forma, a sucessão de revelações foi a seguinte:

  • Grande revelação: Dawes estava mancomunada com a empregada da Prior.
Jacquin - Pé de Fava

Pronto, acabou a felicidade lésbica. Dawes simplesmente sumiu sem nem beijar direito a Prior.

  • E tem mais: não somente ela estava mancomunada. Ela tinha uma relação amorosa com a empregada.

Que?

Quem que foi a criatura que escalou esse elenco? Como conseguiram pegar 4 mulheres formando 3 casais e nenhum tem química? Prior e Dawes não é assim uma Louie Ponto e Pietra de Pinho da vida. Também faltou muita química entre a Prior e aquela ex dela que casou com o irmão. Mas nada supera essa bizarrice aqui:

Affinity - Afinidade - 02
Casalzão da porra!

Quem olhou pra essas duas e pensou que elas poderiam formar um casal?

Affinity - Afinidade - 03
Nossa, que sexy!

Quando meus olhos foram obrigados a ver essas cenas horríveis, eu realmente gargalhei. Sabe humor absurdo? Você vem daquela tensão de mistério no filme e se depara com uma tosquice dessas. Ri e desisti de levar o filme a sério.

Throw Paper
Nem queria ver filme lésbico bom mesmo…
  • Mas não para por aí: elas de alguma forma escolhiam umas jovens para abusar sexualmente.

Calma aí, eu entendo aplicar golpes para ganhar dinheiro, mas não entendo duas mulheres juntas querendo enganar mulheres para ver elas peladas ou sei lá o que elas faziam.

  • E o humor absurdo involuntário segue: Não somente elas estavam mancomunadas, em um relacionamento, abusando de moças, mas a empregada usava uma fucking fantasia de espirito-macho-bigodudo.
Affinity - Afinidade - 04

Mas beleza, já entreguei pra Deus. Que se exploda agora. Não tem como ficar pior, tem?

  • A protagonista tenta suicídio.

Ah sim, não basta a lésbica ser feita de trouxa pela segunda vez. Tem que botar ela para tentar se matar, né?

  • Mas temos um último plot twist! Dowes se arrepende, e o espírito dela (agora com cabelo longo porque ninguém merece aquela peruca de palha) se joga no mar na Itália (mas o corpo dela continua no barco com a empregada), para salvar a Prior que está se matando em Londres ou para morrer com ela. É confuso mesmo. Mas aí agora os espíritos (ou corpos, sei lá) delas decidem ter um pouco de contato lésbico na água, assim, bem conceitual, bem artístico.
Affinity - Afinidade

Nossa que lindo! Amei! Ficará para sempre na minha memória!

Hermione Palmas

Nota do Filme: 4
Nota do Romance Lésbico: 1
Nota da Lezploitation: 1

The Night Watch – Ronda Noturna

The Night Watch - Poster

Onde Assistir

Assista online legendado no Amy Scans aqui ou encontre fácil por torrent.

Gênero

British; Sapatão-de-Época; (tipo todo filme da Sarah Waters)

Sinopse by Jac

Muitos personagens, algumas lésbicas. O objetivo do filme é entender quem é o que.

Opinião

The Night Watch é um filme que se passa no pós-guerra em Londres obviamente (Sarah Waters, né?) e mostra uma série de personagens incluindo lésbicas, gays (que quase nunca aparecem em filme lésbico) e, vejam só, até heteros.

Acompanhamos esses personagens e tentamos entender quem eles são e como se relacionam já que os eventos no filme não são mostrados em ordem cronológica. Inclusive, por esse motivo, melhor não se informar demais antes de assistir.

The Night Watch

O que eu posso dizer sem spoilers é que o filme mostra uma verdadeira tradição da cultura lésbica que quase nunca é mostrada em filmes. O que é um ponto positivo, mas também não torna o filme memorável.

Entre a qualidade de Tipping The Velvet e o desastre de Affinity, The Night Watch permanece num meio termo confortável. Não é memorável, mas é um bom entretenimento para uma hora e meia da sua vida.

The Night Watch - 04
Bem, quer dizer, se você não tiver opção melhor…

Spoilers e Final

Já que você está na parte de spoilers, suponho que você queira saber a tradição lésbica que nunca é mostrada em filme algum: o nosso muito conhecido rebuceteio. Nem precisa pedir e eu já te conto toda a fofoca.

The Night Watch - 01
A sapa trouxa com sensor aranha quebrado que não identifica o perigo próximo.

No começo cronológico, a Júlia Lemmertz namorava a escritora sexy (não vou lembrar o nome de ninguém, gente). Elas terminaram e a Julia Lemmertz, sendo enfermeira, resgatou dos escombros e casou com a Rainha Elizabeth II (de The Crown, Claire Foy).

Porém, para a nossa grande surpresa já que nunca vimos algo assim acontecer, ao ser apresentada para a escritora sexy, a Elizabeth II se encanta e dá um pé na bunda da Júlia Lemmertz.

The L Word - Alice - This

Bem, quem poderia resistir ao charme de uma lésbica escritora, não é, dona Sarah Waters? Eu vi o que a senhora fez aí.

E o “pé na bunda” da Júlia Lemmertz não podia ser mais engraçado com ela chorando super dramática pela possível morte da Elizabeth II quando vê a bonitona chegando com a escritora sexy atrás.

The Night Watch - 05
Fica aí uma importante lição: a piriguetiação lésbica pode te salvar de ser explodida em uma guerra.

Porém, esse rebuceteio não acaba bem e a escritora sexy se cansa da Elizabeth II, que é meio sem sal mesmo, e termina com ela. De repente podia voltar para a trouxiane do passado , né? Mas agora Júlia Lemmertz é outra mulher, empoderada, dona do seu próprio coração, que não se prende mais aos dramas lésbicos do passado.

The Night Watch - 02
♬ Confesso, acordei achando tudo indiferente
Verdade, acabei sentindo cada dia igual
Quem sabe isso passa sendo eu tão inconstante
Quem sabe o amor tenha chegado ao final♬

Ou seja, as três lésbicas conseguiram a façanha de acabar esse filme solteiras.

Uma suposta grande revelação que o filme tenta fazer, mas que não conseguiu comigo, é que foi Júlia Lemmertz que terminou o relacionamento com a escritora sexy, contrariando o senso comum já que a Júlia Lemmertz não é tão bonita e interessante quanto ela.

The Night Watch - 03
“Na verdade estou terminando com você porque você não beija bem. O que foi aquela coisa que você fez com a Elizabeth II não pode ser chamado de beijo.”

(Deixei o beijo lá nos destaques de filmes do Instagram do Flexões.)

Porém aí temos um furo de roteiro porque a escritora sexy alega que Júlia Lemmertz queria uma mulher baunilha para cuidar e ser a esposa perfeita e depois vemos uma cena delas em que a escritora pede para a Júlia Lemmertz ficar em casa ao invés de ir trabalhar. Afinal, a escritora era vida louca ou se sentia carente?

The Night Watch - 06
“E quem se importa com minha personalidade? Estou aqui só para mostrar que escritoras lésbicas são lindas e desejáveis.”

Bem, ficou mal contada toda essa história e sequer tivemos cenas boas de lezploitation. Também é quase impossível imaginar a Júlia Lemmertz em um relacionamento com a escritora sexy. Já vejo que química entre atrizes é um problema recorrente em filmes da Sarah Waters.

Por sorte ainda tenho mais dois para ver.

Nota do Filme: 6
Nota do Romance Lésbico: 5
Nota da Lezploitation: 3

Sarah Waters

Não sou a Sarah Waters, mas farei suspense e deixarei os dois principais filmes para o próximo post: Fingersmith e The Handmaiden (A Criada/Ah-ga-ssi). Até breve!


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3 respostas para “Projeto Filmes Lésbicos – Sarah Waters Edition Parte 01”

  1. “Tipping The Velvet pula ou diminui os momentos chatos de sofrimento por se descobrir lésbica, se assumir para a família e de sofrer por homofobia. Ninguém aguenta mais, né?” – Me ganhou aqui, já quero ver!!!!!

    Já achei maravilhoso ter um bom pra salvar a lavoura, era de se esperar que os outros não prestassem rs!

  2. Olá Jac eu costumava acompanhar bastante o seu blog ha muito tempo atrás, e voltei aqui porque lembrei que conversamos no facebook em um post e você disse que não era muito fã de filmes lésbicos com temática teen; pois bem eu estava na bem na minha fase adolescente de descoberta e agora passei por muitos dramas lésbicos dificilmente consigo gostar de filmes lésbicos teen, na época assisti muito filmes e me lembro que o toque de veludo foi um dos que mais gostei, depois do “assunto de meninas “. Mas como faz muito tempo vou reassistir, bateu aquela velha nostalgia

    1. Oi! Pois é… a gente vai vivendo e ficando cada vez mais impaciente para dramas de início de carreira. Mas hoje em dia vejo que até tem uns filmes com teens que são interessantes e não ficam lá discutindo pela milésima vez a mesma coisa.

      E bem, eu tinha visto Tipping the Velvet muitos anos atrás, mas nem lembrava o nome e tinha achado muito bizarro. Hoje a gente tem mais experiência para entender o filme, né? Acho que vai valer muito a pena você reassistir 😉

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